Não há nada que Jack White bote a mão que não fique, no mínimo, genial. E quando um artista vai lançar um disco solo, que leva seu nome e nada mais, é um ponto crítico a ser feito com muito esmero, afinal não há como mudar de nome simplesmente para se desvincular de um trabalho anterior ( a não ser que você seja o Prince).
Vou direto ao assunto: Todos as resenhas que li sobre esse disco o endeusavam, como se fosse o melhor trabalho de Jack White, ainda mais, como se fosse o melhor disco do ano até agora. E meus amigos, garanto que NÃO é nenhum dos dois. Não é um disco ruim, longe disso, mas sabe quando falta alguma coisa? Sabe quando o almoço está bonito, nutritivo, mas lhe falta tempero?
É exatamente assim a sensação que senti ao escutar várias vezes esse disco, tentando encontrar “aquela obra prima” que vi outras pessoas descrevendo…
O disco tem momentos excelentes, mas na maior parte do tempo cai em um marasmo interminável, em músicas que não chamam a atenção por si só.
Um dos momentos mais legais do disco é a música que já ganhou vídeo, Sixteen Saltines, se todo o disco tivesse metade do Mojo dessa, poderia Jack já separar a estante de casa para mais alguns Grammys…
Mas a mais morninha “love Interruption” define o disco melhor:
A lição que esse disco me trás é que tudo na vida é relativo. E um disco meio sem graça para os padrões Jack White de qualidade ainda é uma obra prima que muito artista daria a alma para fazer.
dou 7,5 biscoitos de chocolate.
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