Blunderbuss, disco novo de Jack White.

 

Não há nada que Jack White bote a mão que não fique, no mínimo, genial. E quando um artista vai lançar um disco solo, que leva seu nome e nada mais, é um ponto crítico a ser feito com muito esmero, afinal não há como mudar de nome simplesmente para se desvincular de um trabalho anterior ( a não ser que você seja o Prince).

 

Jack White - Blunderbuss

 

Vou direto ao assunto: Todos as resenhas que li sobre esse disco o endeusavam, como se fosse o melhor trabalho de Jack White, ainda mais, como se fosse o melhor disco do ano até agora. E meus amigos, garanto que NÃO é nenhum dos dois. Não é um disco ruim, longe disso, mas sabe quando falta alguma coisa? Sabe quando o almoço está bonito, nutritivo, mas lhe falta tempero?

 

É exatamente assim a sensação que senti ao escutar várias vezes esse disco, tentando encontrar “aquela obra prima” que vi outras pessoas descrevendo…
O disco tem momentos excelentes, mas na maior parte do tempo cai em um marasmo interminável, em músicas que não chamam a atenção por si só.

 

Um dos momentos mais legais do disco é a música que já ganhou vídeo, Sixteen Saltines, se todo o disco tivesse metade do Mojo dessa, poderia Jack já separar a estante de casa para mais alguns Grammys…

 

 

Mas a mais morninha “love Interruption” define o disco melhor:

 

 

A lição que esse disco me trás é que tudo na vida é relativo. E um disco meio sem graça para os padrões Jack White de qualidade ainda é uma obra prima que muito artista daria a alma para fazer.

 

dou 7,5 biscoitos de chocolate.

 

Jack White Sixteen-Saltines

 

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A tendência do sneaker

Nos tempos que tendência é tudo e todos correm loucamente para fazer parte do que está no hype, surge o sneaker da Isabel Marant, que é nada mais, nada menos do que um tênis com o design muito parecido com uma basqueteira (tênis para jogadores de basquete) com uma salto Anabela dentro.

 

Essa tendência na qual eu já comentei aqui, sai do eixo Europa e vem parar no Brasil por meio de marcas caras, o que não traz acessibilidade para muita gente que sonhou com a chegada do produto. O mesmo aconteceu com a chegada dos oxfords, onde o mais barato que encontrei na época foram com média de preço de R$ 500,00, ou seja, tive que esperar a tendência aumentar no país para chegar nas lojas mais acessíveis.

 

Confesso, estou maluca por esse tênis, mas não vou gastar o que tenho e não tenho com ele sabendo que daqui a algum tempo vou encontrá-lo em toda prateleira de lojas de departamento.

 

Para mostrar os preços abusivos, fui comparar o valor do sneaker com outros tênis, chegando a conclusão que ele chega a ser bem mais caro do que dois pares que adorei e que talvez fossem mais úteis  em relação a conforto. Compare os preços e decida o que é mais útil para você… no meu caso, esperar não custa nada.

 

Onde encontrei os tênis pais baratos?

Netshoes

 

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#Alvanista: Uma nova rede

Alvanista no Modo MeuNa semana passsada, estava eu trabalhando quando uma amiga minha (Mauany) me falou sobre um site que parecia ser apenas mais uma daquelas muitas redes sociais espalhadas por aí.

 

Mas quando acessei e me cadastrei, fiquei impressionado com a ideia e com a quantidade de jogos e consoles que você pode escolher para dizer se gosta, se já jogou, se já finalizou, se tem o jogo, se quer ter e por aí vai. Sem contar a integração que ela tem com as contas da PSN, Live (xBox) e Steam.

 

Alvanista é o nome dessa nova rede social desenvolvida pela empresa cearense (quem diria) Astux e que tem como objetivo principal compartilhar sua experiência com games.

 

Alvanista Dyego Cruz Modo MeuSegundo um de seus desenvolvedores e coincidentemente conhecido meu, a rede ainda está com muita coisa por vir de novidade e essa versão que está no ar é apenas para ter um feedback da galera e saber o que pode ser melhorado e adicionado. Então vão lá, cadastrem-se e dêem suas opiniões.

 

Alvanista
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#designinovador: Revista Novum

Para começar essa segunda bonita, venho com mais um discurso animador para os criativos de plantão e a referência que me faz continuar animada com o design.

 

Em Novembro de 2011 a revista de design Novum decidiu inovar e deixou a cargo do estudo de design Paperlux a capa do mês. O trabalho ficou tão bom que deu o que falar em sites de design pelo mundo a fora e estimulou muito designer por aí.

 

Inspirados no trabalho de Richard Buckminster, a capa da revista teve 140 recortes que possibilitaram multiplas dobraduras no papel, dando uma ar bem inovador a peça, sem falar que para esse edição, saíram 6 versões diferentes de capa (aposto que teve gente que comprou as 6 – eu compraria).

 

Já tinha visto esse mesmo tipo de recorte em uma caixa de papelão que possibilitava embalar objetos com mais flexibilidade e o mesmo conceito da revista. Bem, não sei o que veio primeiro, mas está ai uma boa forma de referência, pois depois de encher a visão de marcas sem identidade, comunicações mal feitas e panfletos de sinal feitos pelo tio da gráfica, está ai uma esperança.

 

 

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#Friday com Eliza Doolittle.

 

Na última década, houve o BOOM do Vintage, onde simplesmente não existe mais nada “velho” ou “demodê” (beleza, falar demodê ainda é cafona.). Na música, a primeira vez que percebi isso claramente foi com o sucesso estrondoso do “this is it” do The Strokes no começo dos anos 2000, e o movimento veio ganhando força, culminando nos 5 Grammys ganhos pela obra prima “Back to black” de Amy Winehouse. Chegando aí, em minha opinião de merda(by MRG), a brincadeira já perdeu a graça… Temos a maravilhosa Adele também, mas nada difícilmente algo feito nessa vertente vai soar original nesse ponto do tempo/espaço.

 

Então é legal quando surge alguém que além de Vintage, consegue ser moderno e não parecer que está imitando alguém. Vos apresento a linda Eliza Doolittle.

Menina de 24 anos com voz sensualmente rouca, cabelos longos e cacheados. Que canta com jeito de menina. Na maneira de cantar é até como se fosse uma versão afinada inglesa de Mallu Magalhães, e as duas ainda tem em comum o fato de também serem as compositoras de suas canções.

Olha que sensual o vídeo de Rollerblades:

 

 

Eu a achei quando procurava versões ao vivo de F*ck you de Cee Lo Green, em parte para ver a melhor banda feminina que conheço o acompanhando, aí sem querer esbarrei com essa “versão de camarim” de Eliza Doolittle. Tudo ao vivo, sem edição, cantado com muita atitude e interpretação magnifica:

 

 

Em 2010, ela lançou seu álbum de estréia “Eliza Doolittle”, chegando a terceiro lugar no concorrido mercado fonográfico britânico em tempos de Amy Winehouse. Talvez até por isso Eliza não tenha chegado ao sucesso mundial, tanto ela quanto a maravilhosa Duffy foram ofuscadas pelo brilho de Amy.

 

Eliza atualmente está em turnê e preparando seu próximo lançamento, fique de olho! E dou a dica para visitar o site da moça, que é muito interativo e bonito. Enquanto isso, dá uma olhada no vídeo de Skinny Genes 2.0 , onde a moça abusa da sensualidade aliada ao jeito de menina claramente… …aiaiai uiui:

 

 

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